Benefícios do ERP para Pequenas e Médias Empresas

Abrir uma empresa requer planejamento, alocação de recursos, projeto, metas e organização. E para garantir o crescimento da negócio, investir na gestão integrada é fundamental já que há muitos custos, prazos e um calendário fiscal bastante rígido. Então como se organizar para crescer sustentavelmente sem perder o controle da saúde financeira de sua empresa?

A resposta para esta pergunta é simples: gestão empresarial automatizada, ou ERP. Para o sucesso da empresa, com saúde financeira e informações organizadas, é necessário a adoção de controles administrativos e financeiros que sustentem o negócio.

Ao optar por um sistema ERP para gerenciar seu negócio, o empresário conta soluções integradas com foco em atender a demanda e buscar o crescimento e aumento da rentabilidade por meio da implantação de um sistema de gestão por meio de módulos de CRM, gestão de vendas e faturamento, financeiro e controle de estoque, que trabalham integrados em diversas áreas da empresa.

O que o nosso sistema faz por você

Há 11 anos no mercado, a WindSoft oferece sistemas personalizados que tornam a gestão da sua pequena ou média empresa muito mais simples e eficiente.

  • Aumento da produtividade da equipe com a integração de processos e automatização de tarefas
  • Acesso a todas as informações necessárias para gerar mais vendas e fidelizar os seus clientes
  • Visão global com base em dados atualizados e confiáveis para melhorar a tomada de decisões
  • Conformidade com as normas e exigências legais

Para utilizar os serviços, você receberá treinamento de todos os módulos com os especialistas em ERP da WindSoft.

Está interessado em aumentar a rentabilidade e alavancar o crescimento da sua empresa? Então conheça os nossos produtos e serviços. Saiba mais sobre as nossas soluções em nosso site: www.windsoft.com.br.

Sistema ERP mantem a contabilidade em dia

O dia 25 de abril é considerado o Dia da Contabilidade e dos profissionais que escolheram esta importante profissão para seguir carreira. A WindSoft Sistemas reconhece o trabalho do contato como sendo fundamental para a gestão correta de uma empresa, pois um sistema só funciona perfeitamente se todas as informações estão inseridas na ferramenta. Conversamos com o Edmur Luiz da Silva, da Attlantico Contabilidade, que explica esta parceria entre empresa, contador e sistemas digitais.

WS – Para o escritório de Contabilidade, qual o benefício do cliente ao utilizar uma ferramenta de gestão empresarial da WindSoft Sistemas?

Edmur – Quando um cliente utiliza em sua administração empresarial uma Gestão Empresarial Digital da WindSoft Sistemas, torna os trabalhos mais rápidos e, em contra partida, os alinhamentos entre o cliente e nós, escritórios de Contabilidade, se tornam muito vantajosos.

WS – Como o sistema ERP da WindSoft Sistemas ajudam o escritório de Contabilidade?

Edmur – Os sistemas se tornam uma integração cliente/escritórios em que as informações chegam rapidamente. Nosso trabalho também é adiantado, possibilitando a entrega das obrigações rápidas e o cliente recebendo mais cedo os tributos para pagamento.

WS – Quando uma empresa não possui um controle financeiro em sistema, quais são os prejuízos?

Edmur – A integração cliente/escritórios se torna demorada e as entregas dos documentos contábeis passam a ser efetuadas presenciais pelo próprio cliente, ocasionando mais tempo e até retrabalho, pois existem informações que devem ser informadas em vários órgãos que não são integrados, aí temos que informar uma por uma.

WS – Podemos concluir que os escritórios de Contabilidade são parceiros porque um ajuda o outro em benefício dos clientes? 

Edmur – Sim, concordamos, pois tanto o cliente como as empresas de sistemas ERP, como a WindSoft Sistemas, e os Escritórios, sempre devem trabalhar em parcerias, pois um necessita do outro.

Saiba mais sobre as nossas soluções em nosso site: http://www.windsoft.com.br/#/solucoes.

Como fazer a gestão do estoque da minha empresa?

Ter uma gestão empresarial eficiente é o grande objetivo de muitos empresários. Para isso, é comum a procura por ferramentas que auxiliam o correto funcionamento dos negócios, o chamado ERP (Enterprise Resource Planning – Planejamento dos Recursos da Empresa / Sistema de Gestão Empresarial). Além dos benefícios que já listamos em outros textos aqui no nosso blog, fazer a gestão do estoque por meio de sistemas de informática é o caminho para manter a saúde da empresa.

Automatizar os processos do estoque permite que as informações do banco de dados tenha organização e ofereça indicadores para melhor relação entre oferta e demanda. Ajuda a garantir que não haja falta de produtos na empresa ou que não haja excesso do mesmo, afinal, estoque parado é dinheiro parado.

Mas para melhor eficiência na utilização de um sistema ERP para gestão do estoque, é necessário uma análise constante do fluxo de movimentação dos produtos, histórico de vendas, prazo de entrega dos produtos por parte dos fornecedores e a sazonalidade comercial. A ferramenta é o suporte para que todas essas informações se concentrem em um único local.

Veja outros benefícios:

  • Redução de perdas e desvios – permite uma conferência constante do estoque.
  • Poder de negociação – informações concisas e confiáveis melhora a negociação, seja em termos de valores, prazos para pagamento ou prioridade em entrega.
  • Análise individual dos produtos – auxilia na criação de estratégias comerciais para que produtos parados possam ser eliminados através de grandes descontos ou para que produtos com maior margem tenham maior destaque no ponto de venda e, consequentemente obtenham aumento nas vendas.
  • Eficiência operacional – as informações circulam entre os setores de forma integrada. Ao dar entrada numa nota fiscal de compra o estoque virtual é automaticamente abastecido e uma conta a pagar é gerada, isso tudo já considerando todas as variáveis como a forma de pagamento e os impostos, enquanto que quando se realiza uma venda o estoque é reduzido e é gerada uma conta a receber.

Como vimos, a necessidade de ter um sistema de gerenciamento de estoque (em almoxarifados, depósitos ou setores de compras), se torna fundamental, já que matérias-primas ou produtos parados representam capital desperdiçado, que poderia ser redirecionado a investimentos. Se você ainda não tem o seu estoque automatizado ou não está satisfeito com alguns controles que possui, entre em contato conosco. Podemos te ajudar a encontrar a melhor solução de controle de estoque, de acordo com as demandas do seu negócio.

Saiba mais sobre as nossas soluções em nosso site: http://www.windsoft.com.br/#/solucoes.

5 sinais de que você precisa de um ERP industrial

O segmento industrial está cada vez mais disputado e tem evoluído muito em nosso país. Muitas empresas estão buscando aprimorar seus serviços e a forma de gerir seus negócios, mas ainda existem muitas outras que contam com processos manuais, recorrendo a planilhas improvisadas, que tornam o processo desorganizado e suscetível a erros ou a sistemas de gerenciamento muito básicos que não são capazes de atender a necessidade de organização e gestão de uma linha de produção. Veja se este é o seu caso:

  • Planejamento elaborado em planilhas
  • Informações desatualizadas
  • Dificuldade de comunicação entre áreas
  • Estoque desbalanceado
  • Falta de relatórios

Esses cinco fatores mostram que sua indústria precisa de um software de sistema de gestão eficiente e prático, que colabore e monitore os processos, com redução dos custos e garantia da funcionalidade dos diversos setores internos. Com um ERP Industrial (enterprise resource planning ou em português, planejamento dos recursos da empresa) será possível você acompanhar a trajetória operacional da empresa como clientes, vendas, compras, fluxo de caixa, produtos, materiais e os custos através de relatórios gerenciais.

Cada vez mais as indústrias percebem que o caminho para o sucesso, ou mesmo para se manter em operação, é a gestão organizada que gera mais produtividade. Por isso, utilizar um sistema de gestão ERP, com capacidade de controlar a produção, para gerenciar seus negócios, identificar problemas e conseguir melhor proveito de suas máquinas e colaboradores, é a melhor escolha.

Isso permite acesso rápido e confiável a informações da indústria, possibilitando a tomada de decisões gerenciais baseadas em dados reais e centralizados. Os principais benefícios diretos são:

  • Aumento da produtividade máquinas e colaboradores
  • Redução de custos
  • Redução de erros e segurança de dados
  • Padronização dos processos da indústria
  • Redução do ciclo de vendas

E nesse cenário competitivo, oferecemos a solução WS-Siscom Indústria, desenvolvida para o ser o diferencial do seu negócio, pois possibilita o controle do processo de produção incorporado às vendas, gerenciamento do estoque, controle financeiro e fiscal integrados, televendas para prospecção de novos cliente e pós-vendas, relatórios interativos, emissão de nota fiscal eletrônica de maneira fácil e intuitiva, emissão e boletos, além de outros módulos para auxiliar na sua gestão.

Saiba mais sobre o WS-Siscom Indústria em nosso site www.windsoft.com.br.

 

ERP: o que um sistema integrado pode fazer por sua empresa?

Menos perdas e mais produtividade. São esses os principais benefícios do sistema ERP (Enterprise Resource Planning, na sigla em inglês), por isso a alta procura de empresários por este tipo de ferramenta, que garante um fluxo correto das informações, principalmente registro e organização, referentes a clientes, fornecedores, produtos, vendas, compras, pagamento, impostos entre outras.

Contar com um sistema ERP representa um diferencial importante em um negócio. Traz mais segurança para as operações comerciais, com menor risco de erros, principalmente nos cálculos de tributos, pagamentos e recebimentos.

Permite maior integração e comunicação com todas as partes envolvidas dentro da empresa. Vale ressaltar ainda que deve-se ter muita atenção ao software escolhido para que ele atenda corretamente as necessidades do seu negócio: comércio, indústria, serviço, etc. Há também diversos benefícios de produtividade, com ajuda na tomada de decisões e na elaboração de estratégias operacionais, já que fornece relatórios com dados diversos.

Veja outras vantagens:

  • Agilidade na obtenção de dados referentes a determinados cenários;
  • Diminuição do tempo de entrega do produto ou serviço ao cliente;
  • Ajuda na operação com grandes volumes de informação;
  • Evita trabalho duplicado;
  • Faz a empresa se adaptar a mudanças de mercado ou legislação.

E para que tudo isso seja positivo, é importante contar com fornecedores de qualidade e que estejam próximos da operação da empresa.

Saiba mais sobre a WindSoft Sistemas e as soluções oferecidas: www.windsoft.com.br.

 

Tudo de acordo com a sua necessidade

“Escolhemos a WindSoft porque a empresa ofereceu o sistema que precisávamos. Tudo foi sendo desenvolvido de acordo com as nossas necessidades”. Esta afirmação veio do proprietário da loja Rei dos Parafusos e cliente da WindSoft há mais de 20 anos, Ulisses Neto, de São José do Rio Preto/SP.

Estar atenta ao mercado e oferecer a solução ideal aos clientes são premissas importantes da WindSoft. Os sistemas integrados ERP oferecidos se encaixam as necessidades de cada negócio e transforma a relação comercial em verdadeiras parcerias. “Não se trata de apenas uma empresa de software, o Gilson sempre está presente fisicamente”, explica.

“Por se tratar de uma parceria de mais de 20 anos, não só indico como apresento o sistema da WindSoft para amigos”, complementa Neto, que utiliza o sistema chamado “WS-Siscom Varejo”, uma versão específica para lojas de varejo, especialmente as lojas de ferragens e ferramentas como o Rei dos Parafusos que traz:

• Módulo de vendas para atendimento de clientes no balcão (venda varejo)
• Módulo de PDV (caixa)
• Emissão de cupons fiscais
• Emissão de cupom fiscal eletrônico (SAT-CFe)
• Integração com TEF (cartões)

As funcionalidades do WS-Siscom Varejo tamém são encontradas em WS-Siscom Indústria, WS-Siscom Distribuição e WS-Siscom Serviços:

• Emissão de nota fiscal eletrônica
• Gestão de estoques
• Gestão financeira
• Contas a pagar
• Contas a receber
• Fluxo de caixa
• Contas correntes
• Emissão de boletos bancários
• Orçamentos
• Controle de expedição
• Controle de recebimento de mercadorias
• Controle de números de série de produtos
• Demonstrativo de resultado do exercício (DRE)
• Integração com sistema de força de vendas Android
• Integração com sites de e-commerce

E a sua empresa, está precisando de uma gestão comercial eficiente? Então venha conhecer o nosso sistema, que tem tudo o que você precisa, do jeito que você precisa!

• Visual Amigável
• Fácil Aprendizado
• Multiplo Acesso
• Sempre Atualizado
• Usabilidade Personalizável
• Segurança/Níveis de Acesso
• Suporte Incluso
• Preço Acessível

Saiba mais sobre a WindSoft e as soluções oferecidas: www.windsoft.com.br.

ICMS-ST – Comércio varejista eletrônico em São Paulo poderá se tornar Substituto Tributário

Por Josefina do Nascimento

Regime especial até então autorizado apenas para o comércio varejista que atua como centro de distribuição foi estendido ao comércio varejista que realiza operações de vendas destinadas a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, por meio da internet, serviços de telemarketing ou plataformas eletrônicas em geral 

A ampliação do Regime Especial de que trata o Decreto nº 57.608/2011 veio com a publicação do Decreto nº 62.650/2016 (DOE-SP de 05/11).

Com esta medida o governo paulista visa adequar a legislação paulista às alterações ocorridas na Constituição Federal (Emenda Constitucional 87/2015), relativamente às operações interestaduais a consumidor final, contribuinte ou não do imposto.

Ao adotar o regime especial o contribuinte paulista sai da condição de substituído para substituto tributário nas operações sujeitas ao ICMS Substituição Tributária.

Com esta medida, o comércio varejista (telemarketing, vendas pela internet) passa a receber as mercadorias sujeitas ao ICMS Substituição Tributária sem o ICMS-ST e passa para condição de responsável pela retenção e pagamento do imposto devido nas operações e nas saídas do seu estabelecimento, desde que este seja detentor de regime especial.

A medida visa evitar que o comércio varejista acumule crédito de ICMS em decorrência das operações interestaduais.

Assim, o comércio varejista atualmente substituído tributário que realiza operação interestadual e em razão destas acumula crédito de ICMS poderá requer junto a SEFAZ-SP regime especial para sair da condição de substituído e passar para a condição de substituto tributário (responsável) nas operações sujeitas ao ICMS-ST.

Do Regime Especial:

O contribuinte varejista cujas operações resultem em acumulação de valores a serem ressarcidos, decorrente da realização de saídas interestaduais de mercadorias recebidas com imposto retido antecipadamente por substituição tributária, bem como de outras situações previstas no artigo 269 do Regulamento do ICMS – RICMS/00, poderá requerer regime especial para que seu estabelecimento localizado neste Estado, passe a ser o responsável pela retenção e pagamento do imposto incidente sobre as saídas subsequentes, desde que o estabelecimento detentor do regime especial realize operações de vendas destinadas a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, por meio de internet, serviços de telemarketing ou plataformas eletrônicas em geral ou atue como centro de distribuição.

Operação interestadual – EC 87/2015

Não será devido o imposto relativo à substituição tributária, pelo estabelecimento detentor do regime especial, quando se tratar de operação interestadual de comercialização a consumidor final, contribuinte ou não do imposto.

Fonte: SIGA O FISCO

Promovidas alterações no regime especial para os centros de distribuiçãoa

Foram alterados dispositivos do Decreto nº 57.608/2011, que disciplina a concessão de regime especial para atribuição da condição de substituto tributário às empresas varejistas que realizem operações com mercadorias por meio de centros de distribuição localizados no Estado de São Paulo, para sua adequação às operações interestaduais destinadas a consumidor final, contribuinte ou não do imposto.

Assim, o regime especial poderá ser concedido também ao estabelecimento que realize operações de venda destinadas a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, por meio da Internet, serviços de telemarketing ou plataformas eletrônicas em geral.

Fonte: Editorial IOB

Decreto nº 62.250, de 04.11.2016 – DOE SP de 05.11.2016

Altera o Decreto nº 57.608, de 12.12.2011, que disciplina a concessão de regime especial para atribuição da condição de substituto tributário às empresas varejistas que realizem operações com mercadorias por meio de centros de distribuição localizados neste Estado, para fins de retenção e recolhimento do ICMS incidente sobre as saídas subsequentes.

Geraldo Alckmin, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto nos artigos 8º , § 15, 71 e 84-B da Lei nº 6.374 , de 1º de março de 1989,
Decreta:
Art. 1º Passam a vigorar, com a redação que se segue, os dispositivos adiante indicados do Decreto 57.608 , de 12.12.2011:
I – o “caput” do artigo 1º:
“Art. 1º O contribuinte varejista cujas operações resultem em acumulação de valores a serem ressarcidos, decorrente da realização de saídas interestaduais de mercadorias recebidas com imposto retido antecipadamente por substituição tributária, bem como de outras situações previstas no artigo 269 do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto nº 45.490 , de 30 de novembro de 2000, poderá requerer regime especial para que seu estabelecimento, localizado neste Estado, passe a ser o responsável pela retenção e pagamento do imposto incidente sobre as saídas subsequentes, desde que o estabelecimento detentor do regime especial:
I – atue como centro de distribuição; ou
II – realize operações de vendas destinadas a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, por meio de internet, serviços de telemarketing ou plataformas eletrônicas em geral.” (NR);
II – o artigo 6º:
“Art. 6º Fica vedado, ao estabelecimento detentor do regime especial a que se refere o artigo 1º, promover saída com destino a consumidor final, contribuinte ou não do imposto.
§ 1º Na hipótese em que a operação interna de comercialização a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, seja realizada por outro estabelecimento varejista do mesmo titular do estabelecimento detentor do regime especial, este fica autorizado a realizar a entrega da mercadoria ao adquirente (remessa física), por conta e ordem do estabelecimento vendedor.
§ 2º Para realizar operações de comercialização a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, não enquadradas no § 1º, o contribuinte detentor do regime especial deverá requerer inscrição específica no Cadastro de Contribuintes do ICMS, observando-se que:
1 – será dispensada a demonstração da segregação física dos estabelecimentos e de estoques;
2 – a remessa física da mercadoria ao consumidor final, contribuinte ou não do imposto, deverá ser realizada pelo estabelecimento detentor da inscrição estadual referida no “caput” deste parágrafo.
§ 3º Será devido o imposto relativo à substituição tributária, pelo estabelecimento detentor do regime especial, nas hipóteses previstas nos §§ 1º e 2º, no momento da realização da operação de saída simbólica da mercadoria para o estabelecimento que realizou a operação interna de comercialização a consumidor final, contribuinte ou não do imposto.
§ 4º Não será devido o imposto relativo à substituição tributária, pelo estabelecimento detentor do regime especial, nas hipóteses previstas no § 2º, quando se tratar de operação interestadual de comercialização a consumidor final, contribuinte ou não do imposto.
§ 5º Nos termos do § 3º do artigo 52 do Regulamento do ICMS, são também consideradas internas, para fins do disposto neste decreto, as operações com mercadorias entregues a consumidor final não contribuinte do imposto no território deste Estado, independentemente do seu domicílio ou da sua eventual inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS de outra unidade federada.” (NR);
III – o inciso I do “caput” do artigo 13:
“I – poderá apresentar pedido de ressarcimento nos termos de disciplina estabelecida pela Secretaria da Fazenda;” (NR).
Art. 2º O título “Da entrada de mercadoria no centro de distribuição”, que antecede o artigo 2º do Decreto 57.608 , de 12.12.2011, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Da entrada de mercadoria no estabelecimento detentor do regime especial” (NR).
Art. 3º O título “Da saída de mercadoria do centro de distribuição”, que antecede o artigo 6º do Decreto 57.608 , de 12.12.2011, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Da saída de mercadoria do estabelecimento detentor do regime especial” (NR).
Art. 4º As alterações de que trata este decreto ficam automaticamente incorporadas aos regimes especiais relativos ao Decreto 57.608 , de 12.12.2011, concedidos anteriormente à data da publicação deste decreto, devendo o detentor dos referidos regimes informar, à Secretaria da Fazenda – CAT/DEAT/Redes de Estabelecimentos, a data de início da efetiva adoção das disposições incorporadas.
Art. 5º Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio dos Bandeirantes, 4 de novembro de 2016
GERALDO ALCKMIN
Helcio Tokeshi
Secretário da Fazenda
Samuel Moreira da Silva Junior
Secretário-Chefe da Casa Civil

 

Saulo de Castro Abreu Filho
Secretário de Governo
Publicado na Secretaria de Governo, aos 4 de novembro de 2016.
OFÍCIO GS-CAT Nº 684/2016
Senhor Governador,
Tenho a honra de encaminhar a Vossa Excelência a inclusa minuta de decreto, que altera o Decreto 57.608 , de 12.12.2011, que disciplina a concessão de regime especial para atribuição da condição de substituto tributário às empresas varejistas, para fins de retenção e recolhimento do ICMS incidente sobre as saídas subsequentes.
A minuta promove ajustes no referido decreto para adequação às alterações ocorridas na Constituição Federal , relativamente às operações interestaduais a consumidor final, contribuinte ou não do imposto.
Com essas justificativas e propondo a edição de decreto conforme a minuta, aproveito o ensejo para reiterar-lhe meus protestos de estima e alta consideração.
Helcio Tokeshi
Secretário de Governo
A Sua Excelência o Senhor
GERALDO ALCKMIN
Governador do Estado de São Paulo
Palácio dos Bandeirantes

Exigência do CEST é adiada para 1º de julho de 2017

Por Josefina do Nascimento
CONFAZ adia exigência do Código Especificador da Substituição Tributária – CEST prevista para 1º de outubro de 2016
O Convênio ICMS 90/2016, publicado no DOU desta terça-feira (13/09), adia para 1º de julho de 2017 a exigência do CEST.
O adiamento da exigência do CEST para 1º de julho de 2017 veio em boa hora, visto que muitas empresas ainda não atualizaram o cadastro de mercadorias para incluir o Código Especificador de Substituição Tributária instituído pelo Convênio ICMS 92/2015.
O Convênio ICMS 90/2016, alterou redação  do Convênio ICMS 92/2015 que criou o CEST e uniformizou em âmbito nacional a lista de mercadorias sujeitas às regras de Substituição Tributária do ICMS.
Com o advento do Convênio ICMS 92/2015, desde 1º de janeiro de 2016 os Estados e o Distrito Federal somente podem cobrar ICMS-ST das mercadorias listadas no ICMS 92/2015.
Confira aqui integra no Convênio ICMS 90/2016.

ICMS – SP reduz imposto de vários produtos

Por Josefina do Nascimento

Governo paulista reduziu o ICMS de monitores, projetores, roteadores digitais, entre outros
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Conforme demonstrado na imagem acima, monitores e projetores tiveram o IVA-ST de 90,15% reduzido para 31%. Já os roteadores o IVA-ST de 56,72% foi reduzido para 37%.

A novidade veio com a publicação da Portaria CAT 85/2016 (DOE-SP de 30/07), que reduziu o IVA-ST de vários produtos, confira:

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A Portaria CAT 85/2016, estabelece base de cálculo do ICMS devido a título de substituição tributária sobre as operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, referidos no item 2-A do § 1º do artigo 313-S, no item 7 do § 1º do artigo 313-Z11 e no § 1º do artigo 313-Z19 do Regulamento do ICMS.

O IVA-ST – Índice de Valor Adicionado Setorial é utilizado para calcular a base de cálculo do ICMS devido a título de substituição tributária.

Para evitar cálculo indevido de imposto, confira a lista completa do IVA-ST aqui.

Os novos Índices serão aplicados sobre as operações realizadas no período de 01-08-2016 a 30-04-2018.

Mas como “nem tudo são flores”, nesta mesma Portaria CAT 85/2016, vários IVA-ST sofreram aumento.

A alteração do IVA-ST atinge

O contribuinte substituto tributário, que deve atualizar os Índices para calcular o imposto corretamente e emitir também o documento fiscal corretamente.

Assim, o novo IVA-ST será utilizado pelo substituto tributário:

– Contribuinte paulista;

– Contribuinte estabelecido em outras unidades da federação, que mantém acordo com o Estado de São Paulo para calcular o ICMS devido a título de substituição tributária nas operações interestaduais destinadas a contribuinte paulista (observar  as regras de cálculo do IVA-ST Ajustado).

Fonte: Siga o fisco

ICMS-ST – SP altera IVA-ST dos produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos

Por Josefina do Nascimento

Norma paulista publicada no fim de semana (30/07), alterou o Índice de Valor Adicionado Setorial utilizado para calcular o ICMS-ST na saída de vários produtos, com aplicação a partir de 1º de agosto

A alteração do IVA ocorreu com a publicação da Portaria CAT 85/2016 (DOE-SP 30/07) e o novo Índice deve ser aplicado para calcular o ICMS devido a título de substituição tributária a partir de 1º de agosto de 2016.

A Portaria CAT 85/2016, estabelece base de cálculo do ICMS devido a título de substituição tributária sobre as operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, referidos no item 2-A do § 1º do artigo 313-S, no item 7 do § 1º do artigo 313-Z11 e no § 1º do artigo 313-Z19 do Regulamento do ICMS.

A alteração do IVA com aplicação imediata, poderá exigir dos contribuintes paulistas a emissão de diversas Notas Fiscais complementares, isto porque para alguns produtos houve aumento do IVA-ST e para outros, redução do Índice.

Os novos Índices serão aplicados sobre as operações realizadas no período de 01-08-2016 a 30-04-2018.

A Portaria CAT 85/2016 revogou a Portaria CAT 76/2013, que estabelecia IVA-ST para cálculo do ICMS devido a título de substituição tributária na saída de produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, referidos no item 2-A do § 1º do artigo 313-S, no item 7 do § 1º do artigo 313-Z11 e no § 1º do artigo 313-Z19 do Regulamento do ICMS.

Para os produtos atingidos, a Portaria CAT estabeleceu apenas percentuais inteiros (Fogão IVA-ST era de 56,25%, foi alterado para 55%).

 

Confira a evolução da Tabela do IVA.

PORT CAT 85-2 PORT CAT 85-3PORT CAT 85-1