ICMS – CEST será exigido a partir de outubro de 2016

Por Josefina do Nascimento
Vem aí a exigência do CEST, que promete uniformizar as operações com mercadorias sujeitas ao regime de Substituição Tributária do ICMS, mas exigir de todos os contribuintes a partir de 1º de outubro pode gerar confusão

O Código Especificador da Substituição Tributária – CEST instituído pelo Convênio ICMS 92/2015 deverá ser informado no documento fiscal eletrônico a partir de 1º de outubro de 2016, sob pena de rejeição.

Muitas dúvidas ainda pairam sobre a utilização correta do CEST.

A correta utilização do Código Especificador da Substituição Tributária (CEST) deve ser determinada com base na natureza da mercadoria objeto da operação, a partir da descrição e classificação na NCM apresentada nos Anexos do Convênio ICMS-92/2015, com alterações do Convênio ICMS-146/2015.

De acordo com o § 1º da cláusula terceira do Convênio ICMS-92/2015, nas operações com mercadorias ou bens listados nos Anexos II a XXIX do referido Convênio, o contribuinte deverá mencionar o respectivo CEST no documento fiscal que acobertar a operação, ainda que a operação, mercadoria ou bem não estejam sujeitos aos regimes de substituição tributária ou de antecipação do recolhimento do imposto, sendo que tal exigência deverá ser observada a partir de 01/10/2016, por força doConvênio ICMS-16/2016.

Comissão de frente: Indústria e importador

Para evitar erros na classificação correta de utilização do CEST, o governo deveria ter exigido primeiro da indústria e do importador, e depois de pelo menos seis meses dos demais, assim evitaria erros.

Muitos comerciantes com estoque poderão utilizar indevidamente o CEST quando da saída da mercadoria do estabelecimento. Isto porque o responsável por definir este código é o fabricante do produto e o importador. Para evitar erros, o governo deveria exigir o CEST nos documentos eletrônicos primeiro destes.

“A obrigatoriedade de informar o CEST nos documentos deveria começar pelos primeiros da cadeia comercial: o fabricante e o importador. Assim como ocorreu com a implantação da NF-e”.

Para evitar erros na emissão do documento eletrônico é necessário correr contra o tempo para alterar o cadastro de produtos e incluir o CEST nos parâmetros das operações fiscais até 30 de setembro de 2016.

Confira alguns exemplos (Convênio ICMS 92/2015):

ANEXO II 

AUTOPEÇAS

ITEM
4.0
CEST
01.004.00
NCM
3923.30.00
DESCRIÇÃO
Reservatórios de óleo

ANEXO XXI

PRODUTOS DE PERFUMARIA E DE HIGIENE PESSOAL E COSMÉTICOS

ITEM
9.0
CEST
20.009.00
NCM
3304.10.00
DESCRIÇÃO
Produtos de maquiagem para os lábios

ANEXO XXIX

VENDA DE MERCADORIAS PELO SISTEMA PORTA A PORTA

ITEM
33.0
CEST
28.033.00
NCM
3923.30.00
DESCRIÇÃO
Mamadeiras

A seguir exemplo do campo CEST da NF-e.

NF-e - NCM x CEST

NF-e - NCM x CEST (1)

Confira aqui a lista completa do CEST.

Sobre este tema, confira Ementa da Resposta à Consulta Tributária nº 11613/2016 emitida pela SEFAZ-SP.

RESPOSTA À CONSULTA TRIBUTÁRIA 11613/2016, de 27 de Junho de 2016.

Disponibilizado no site da SEFAZ em 29/06/2016.

Ementa

ICMS – Aplicação do Convênio ICMS-92/2015 – CEST.

I. A utilização do Código Especificador da Substituição Tributária (CEST) deve ser determinada com base na natureza da mercadoria objeto da operação, a partir da descrição e classificação na NCM apresentada nos Anexos do Convênio ICMS-92/2015, com alterações do Convênio ICMS-146/2015.

II. A partir de 01/10/2016 (Convénio ICMS-16/2016), nas operações com mercadorias ou bens listados nos Anexos II a XXIX do referido Convênio, o contribuinte deverá mencionar o respectivo CEST no documento fiscal que acobertar a operação, ainda que a operação, mercadoria ou bem não estejam sujeitos aos regimes de substituição tributária ou de antecipação do recolhimento do imposto.

Fonte: Siga o Fisco

Fazenda irá descontinuar emissores gratuitos da Nota Fiscal Eletrônica e Conhecimento de Transporte Eletrônico em 2017

Com a gradual adesão das empresas aos sistemas de documentos eletrônicos, o Fisco Paulista verificou que a maioria dos contribuintes deixou de utilizar o emissor gratuito e optou por soluções próprias, incorporadas ou personalizadas a seus sistemas internos. No mercado há muitas opções de emissores, alguns deles com uma versão básica gratuita.

Os emissores gratuitos são oferecidos pela Secretaria da Fazenda aos contribuintes desde 2006, quando teve início o processo de informatização dos documentos fiscais e sua transmissão via internet com o objetivo de massificação do seu uso. Apesar dos investimentos realizados, recente levantamento da Secretaria da Fazenda aponta que o total de NF-e’s geradas por empresas que optaram por emissores próprios somam 92,2%. No caso do CT-e, o número é ainda maior: 96,3% dos documentos são gerados por emissores próprios.

Os contribuintes que tentarem realizar o download dos emissores de NF-e e CT-e receberão a informação sobre a descontinuidade do uso dos aplicativos gratuitos. A partir de 1º de janeiro de 2017 não será mais possível fazer o download dos emissores.

A Secretaria da Fazenda recomenda que os usuários que já tenham o aplicativo instalado, façam a migração para soluções próprias antes que a introdução de novas regras de validação da NF-e e do CT-e impeçam o seu correto funcionamento.

Fonte: Sefaz SP / Mauro Negruni

Secretaria da Fazenda fiscaliza que não entregaram SPED Fiscal (EFD)

A Secretaria da Fazenda realizou a operação Omissos EFD para fiscalizar empresas que emitiram Nota Fiscal eletrônica (NF-e) sem transmitir ao Fisco a Escrituração Fiscal Digital (EFD), documentação obrigatória para todos os contribuintes do Regime Periódico de Apuração (RPA) desde janeiro/2014. Os alvos foram 218 empresas que não cumpriram a obrigação acessória e apresentavam valor elevado de ICMS destacado nos documentos fiscais. A ação mobilizou 200 agentes fiscais de rendas das 18 delegacias regionais tributárias do Estado de São Paulo.

De acordo com o balanço fechado da operação realizada no período de julho a setembro, dos 218 alvos fiscalizados, 104 se tratavam de empresas de fachada utilizadas para emissão de “notas frias”. Estes contribuintes tiveram a inscrição estadual cassada, ficando impedidos de emitir notas fiscais eletrônicas. Dos 114 contribuintes restantes, 54 regularizaram sua situação junto ao Fisco, entregaram as EFDs exigidas e reconheceram débitos de ICMS a recolher no valor de R$ 70 milhões.

A Fazenda poderá lavrar autos de infração e imposição de multa contra as 60 empresas que permanecem irregulares. O valor da penalidade corresponde a 1% de todas as operações do mês apenas pela falta de cumprimento de obrigações acessórias. Esses estabelecimentos também poderão passar por uma auditoria completa para apuração do valor de ICMS sonegado.

Os contribuintes fiscalizados na operação Omissos foram selecionados por seu grande porte, pelo volume de movimentação de mercadorias e pelo alto valor de ICMS destacado em notas fiscais eletrônicas de valores que superam R$ 50 mil nos meses de omissão da EFD dentro do período de 2009 a 2015. As empresas são dos segmentos metalúrgico, máquinas e equipamentos, têxtil e confecções, alimentos, plásticos e borracha, químico e petroquímico, eletroeletrônicos, farmacêutico e perfumaria, madeira, móveis e papel, armazéns gerais e transportes, automotivo, minerais não metálicos, bebidas, comunicações e fumo.

Fonte: Sefaz SP / Mauro Negruni

8 atitudes que queimam o filme com o seu cliente

atendimento ao cliente, loja, comércio, empresário, roupas, empreendedor
São Paulo – Atender bem o seu cliente é fundamental para garantir o sucesso do seu negócio. Todos os empreendedores já ouviram algo parecido. Mesmo assim, muitos “micos” ainda acontecem na relação entre empresa e cliente, o que resulta em menos vendas para a primeira e frustração para o segundo.
“Na hora de decidir se vai voltar ou não, o que mais conta para o cliente é o atendimento”, afirma Alfredo Duarte, consultor do Grupo Empreenda.As práticas “queima filme” não estão restritas aos negócios com espaço físico. Muitos e-commerces também acabam adotando atitudes não recomendadas. “Neste caso, as principais reclamações se referem à entrega dos produtos”, afirma Luís Felipe Cota, CEO da Goomark, agência de marketing digital.

 

Para ajudá-lo a fugir dos micos no seu negócio, EXAME.com consultou especialistas no assunto, que elencaram as atitudes que mais queimam o filme com o seu cliente. Veja a seguir (e fuja desses comportamentos):

1 – Bater boca com o cliente

Discutir com o cliente é atitude inadmissível, na visão do professor Marcos Rocha, da Escola de Negócios da Universidade Anhembi Morumbi. “Este é o principal mico. A atitude correta é você ouvir esse cliente, entender o ponto de vista dele e explicar educadamente o ponto de vista da empresa”, sugere.

E quando o cliente está errado? “Quando o cliente está errado, há muitas maneiras de mostrar isso para ele sem ser grosseiro, sem aumentar seu tom de voz. Pergunte que solução ele sugere para o problema. A gente tem que buscar a satisfação sem criar outro problema, que é a discussão.”

2 – Não ceder

Em casos de impasse, a decisão deve ser sempre em favor do cliente, principalmente se isso não vai trazer grandes custos para a empresa, recomenda Rocha. “Um exemplo: se o cliente de um restaurante diz que seu prato não está bom, ofereça outro prato para ele. Isso vai custar talvez 50 reais para o seu negócio, mas pode conquistar esse cliente”, afirma.

3 – Não responder às reclamações

Quando um cliente envia uma reclamação por e-mail, por exemplo, ela deve ser respondida em até 24 horas. “Se a resposta não vier de forma rápida, fica uma sensação de abandono. Mesmo que você não tenha uma solução imediata, é importante responder, dizer que está trabalhando para resolver o problema”, recomenda Rocha.

4 – Tratar o cliente com apatia

“Esse é um dos principais pecados capitais do atendimento. A apatia é o contrário da empatia, que é tentar entender o outro. Sem entender, não tem como atender bem”, afirma Alfredo Duarte, do Grupo Empreenda.

Alfredo defende que, para atender bem, é necessário em primeiro lugar compreender a necessidade do cliente. “É preciso se importar, perguntar, saber exatamente o que a pessoa precisa”, completa.

5 – Estipular regras “burras”

“É impressionante como as empresas criam regras que vão contra elas mesmas”, afirma Duarte. Um exemplo, segundo ele, é uma loja que não aceita trocas aos sábados.

“Entendo que aos sábados há mais movimento. Mas às vezes o cliente só pode neste dia. E nunca se sabe se aquele cliente não poderá comprar mais alguma coisa no momento da troca. É o tipo de regra que não favorece.”

6 – Deixar que uma reclamação pequena vire uma bola de neve

Com as redes sociais, grande parte dos clientes usa esse canal para reclamar de problemas com as empresas. Para Luís Felipe Cota, da Goomark, é necessário lidar com tranquilidade com esses feedbacks negativos.

“Muitos pequenos e médios empreendedores ficam bravos com a reclamação, acusam o cliente, querem deletar o post. Essa não é a forma correta de lidar com essa situação”, afirma. Segundo Cota, o melhor é responder à reclamação o quanto antes, levando a conversa para o ambiente privado. “A regra número um é não deixar virar uma bola de neve”, afirma.

7 – Não abrir canais para contato

No caso de e-commerce, outro erro comum é não deixar um canal para que o cliente entre em contato com você. “É muito comum o e-commerce achar que o cliente vai se resolver sozinho no site. Não vai, sempre vão surgir dúvidas. Se o e-commerce não tem telefone, não tem chat, não tem redes sociais, acaba se queimando com esse cliente. E para ele fechar a sua janela no computador é um clique”, ressalta Cota.

8 – Não entregar no prazo

“A questão da entrega é a principal reclamação no e-commerce”, avalia Cota. Segundo ele, para ter uma vantagem competitiva em relação ao concorrente, o empresário acaba colocando o prazo de entrega no limite da sua capacidade.

“Sempre ocorrem imprevistos com os Correios, ou a transportadora. E isso acaba frustrando cliente. Pense no longo prazo. Se você der um prazo maior, está guarnecido em caso de problemas no transporte. Se não houver problemas, o produto chega antes e vai surpreender o cliente positivamente”, afirma.

Fonte: Exame.com

Confaz regulamenta regime de arrecadação de ICMS em e-commerce interestadual

As diretrizes do novo regime de recolhimento de ICMS em operações interestaduais de e-commerce ou de modalidades comerciais destinadas a consumidores finais em outros estados foram aprovadas pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A medida que trata do tema é o Convênio 93/2015.

As diretrizes foram propostas pela Emenda Constitucional (EC) 87, aprovada em abril. A norma busca eliminar a Guerra Fiscal no e-commerce por meio da repartição, a partir de janeiro de 2016, da arrecadação de ICMS entre os estados de origem e de destino. As regras de transição estarão em vigor até 2019.

Com a validade do Convênio 93/2015, as empresas precisam ajustar o layout de suas Notas Fiscais e outros procedimentos tributários. Caso contrário, as operações executadas deverão ser interrompidas. A vigência da norma vai impor às empresas a necessidade de calcular o ICMS devido com base nas alíquotas do estado de destino e interestadual, para o estado de origem.

Porém, a incidência de alíquota relacionada ao estado de destino não ocorrerá quando o transporte for efetuado pela próprio remetente, ou quando a companhia que receberá o produto arcar diretamente com esse custo.

Partilha da diferença
O Convênio 93/2015 também delimita que, no caso de operações e prestações de serviços destinadas ao consumidor final que não seja enquadrado como contribuinte, a diferença entre a alíquota interna e a interestadual deverá ser partilhada da seguinte forma:

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Sem consenso
Os secretários de Fazenda que compõem o Confaz não chegaram a um consenso sobre o estabelecimento da base de cálculo do ICMS e sobre a definição de contribuinte no regime arrecadatório. As duas questões são tratadas pela EC 87, porém não foram incluídas no Convênio 93.

Segundo Luiz Augusto Dutra da Silva, assessor do coordenador do Confaz, em relação à base de cálculo do imposto e à definição de contribuinte, membros do Confaz buscarão sugestões de advogados, consultores e representantes de empresas de e-commerce que participarão do seminário “ICMS no e-commerce e em outras modalidades de vendas: como se adequar à EC 87”. O evento será realizado no dia 22 de outubro, em São Paulo (SP), das 8h30 às 18h, no Mercure São Paulo Jardins Hotel (Alameda Itú, 1151).

No seminário, onde serão abordados os procedimentos para adequação fiscal, estarão presentes o ex-subcoordenador do Confaz e secretário da Fazenda de Alagoas, George Santoro; o coordenador técnico do Encat, Álvaro Bahia; o consultor tributário da Secretaria da Fazenda de São Paulo, Luiz Fernando Martinelli; e o representante do Rio Grande do Norte na Cotepe e assessor do coordenador do Confaz, Luiz Augusto Dutra da Silva.

Também serão conferencistas especialistas de escritórios de advocacia e representantes de empresas de e-commerce como, por exemplo, Geraldo Valentim Neto, sócio do Madeira Valentim & Alem; Márcio Cots, sócio de Cots Advogados; e José Aparecido dos Santos, gerente Corporativo Tributário na Magazine Luiza. As inscrições para o evento podem ser feitas por aqui ou pelo telefone (11) 3751-3430, com Carolina Varandas. As vagas são pagas e limitadas.

Fonte: ConJur / Mauro Negruni

E então chegamos à multa automática!

Ocorre que a publicação da versão do manual de Escrituração da Contabilidade-Fiscal (ECF) trouxe uma novidade em agosto/2015: o registro Y720. Neste registro o contribuinte deverá, caso tenha entregue em atraso a escrituração, declarar os valores de lucro apurados do período corrigido pela taxa SELIC. Ou seja, o próprio contribuinte informará a base de cálculo para aplicação da multa de entrega por atraso dentro da escrituração que faz tardiamente.

Esta situação, por mais nítida que seja, ainda não havia sido aplicada nas demais escriturações. Mesmo aquelas que vem sendo entregues com “mais tempo de SPED“ estavam sem esta característica. Um registro para declaração de base de cálculo da aplicação da multa.

Apenas esta informação na escrituração não significa que de imediato a Receita Federal do Brasil irá aplicar multas automaticamente, todavia, parece clara a intenção do Fisco Federal.

O SPED foi construído de forma colaborativa com a sociedade e as penalizações sempre estiveram à margem do sistema SPED. É direito do Fisco estabelecer registros, bem como o dever de cumprir a legislação aplicável. Sendo assim, é totalmente lícita a criação do registro Y720. O que chamou a atenção, pela criação do registro, é que parece que “chegou a hora do leão voltar rugir” à sociedade empresarial.

Àqueles contribuintes, sobretudo sociedades empresárias, que mantém sua contabilidade em dia e tem apuração adequada dos tributos – com ou sem planejamento tributário, não há espanto. Já para os casos em que a entrega das obrigações corre riscos de prazo, o alerta já foi emitido. Pode-se considerar a estratégia de entregar incompleta ou incorreta a escrituração, no prazo, e retificá-la logo a seguir (antes do Fisco acionar seu poder de fiscalização). Este artifício para esta primeira entrega – de forma similar como já fora orientado no caso da Pessoa Física em abril do corrente (IRPF) – tem alguma chance de sucesso (e de fracasso).

De qualquer forma, mantenha o zelo e o cuidado, pois a carga tributária já é tema suficiente para discussões, e possíveis multas seriam apenas mais um elemento neste cenário tributário absurdo criado pelas nossas legislações caóticas. Lembrem-se que o SPED apenas facilita o trabalho de entrega de informações para os agentes fiscalizadores. Não há porque culpar o principal agente, aquele que mais contribui para o ambiente melhorar pela possibilidade de entrega eletrônica, pelas mazelas da legislação inadequada.

Fonte: Mauro Negruni.

Como incluir código de barras em seus produtos

CÓDIGO DE BARRAS

1. O que é: 

É a tecnologia de identificação automática mais avançada disponível, aplicável aos objetos. O seu objetivo é a identificação e localização repetitiva de produtos em nível industrial e comercial. O sistema é constituído por séries de linhas e espaços de diversas larguras, que armazenam informações com ordenamentos diferentes denominados simbologias.

2.Quais são as principais aplicações dos equipamentos de códigos de barras?

Os equipamentos servem para leitura e emissão de etiquetas ou qualquer meio que contém as códigos de barras. Para fins de negócio, permite a automação e integração de processos e empresas.

Proporciona rapidez nos controles operacionais, redução dos custos e tempo, segurança no atendimento ao cliente e principalmente facilitar a gestão do negócio.

3. Quais são os tipos de equipamentos de códigos de barras que existem?

Para emissão: impressoras de 40 colunas e impressoras térmicas (vários modelos e fabricantes).
Para leitura: scanner, caneta ótica a laser (vários modelos e fabricantes).

4. Como proceder para sua implementação: 

– A associação nacional que reúne os distribuidores e/ou industriais interessados em implementar um sistema de código de barras deve filiar-se à EAN (Associação Internacional de Numeração de Artigos), obtendo uma identificação para o país formada por 2 a 3 dígitos, denominada FLAG. Este número permite reconhecer internacionalmente o país de origem de cada produto;
– O industrial solicita à sua associação nacional, encarregada da atribuição dos códigos, um conjunto de números para identificar a sua empresa e que será único para todos os seus produtos. A seguir, para cada um dos seus produtos ou formas de apresentação dos mesmos, ele próprio poderá atribuir outros conjuntos de números. Dessa forma ficará definida uma série única de números para cada um dos seus produtos, chamada CÓDIGO, que inclui:
País + Empresa + Produto + Dígito de Controle
Assim forma-se o código EAN de 13 dígitos que é utilizado em todo o mundo e o código UPC de 12 dígitos que é usado apenas nos Estados Unidos e no Canadá.
– O industrial desenha suas embalagens com o código corretamente situado, e o fabricante de embalagem ou a gráfica fornecem os materiais para embalagem com o código já devidamente impresso e verificado, ou as etiquetas auto-adesivas codificadas que serão colocadas no produto já embalado (em casos de produção muito pequena);
– Todos esses processos exigem normas e controles de qualidade muito rígidos que nunca devem ser improvisados, pois enquanto uma embalagem mal- impressa afeta apenas o produto, um códigomal-impresso impede a sua comercialização automática, ou o que é ainda pior, pode provocar custosas devoluções de material de embalagem ou de produtos embalados, com conseqüências extremamente onerosas, sobretudo nas exportações;
– O distribuidor, por exemplo, o supermercado, adota o código de cada produto para identificá-lo no seu próprio sistema interno de compras, administração, contabilidade, estoque, tráfego e vendas, contando para isso com um sistema central de computação, nos respectivos setores, diretamente ligado às caixas registradoras.

5 – Código de barras nas embalagens: 

5.1 – São essas as condições necessárias e muitas vezes suficientes para que a função específica do símbolo não seja cumprida e o material ou produto sejam devolvidos.
– Reduzir o código ao máximo possível, inclusive abaixo dos mínimos especificados ou ampliá-lo indevidamente;
– Truncar o código quando há outras soluções menos dramáticas;
– Colocar um outro código num produto;
– Situar o código numa determinada posição na embalagem só porque é a menos visível;
– Usar uma combinação de cores disponíveis para as barras e espaços passarem o mais despercebido possível, tornando o código quase imperceptível;
– Ignorar no desenho artístico o substrato, a embalagem e o conteúdo;
– Não levar em conta, no desenho, o sistema de impressão a ser utilizado;
– Dar por finalizado o seu trabalho com a CONFECÇÃO do desenho básico;
– Não verificar o comportamento do desenho no destino final.

5.2 – Opções de impressão:
O símbolo de código de barras de uma unidade de consumo deve estar no produto, impresso pelo fabricante da embalagem. Na embalagem, ou em uma etiqueta; a impressão pode ser feita no local ou fora dele. Seguem abaixo as opções básicas e os sistemas de impressão usados:

Na embalagem (larguras padrões de faixa, de 24″ (600mm) a 63″ (1.600mm):
– Rotogravura
– Flexografia (Borracha ou Fotopolímero)
– Offset Úmido ou Rotativo
– Tampografia
– Silk-Screen (Serigrafia) Plano ou Rotativo

Em uma etiqueta (larguras padrões de faixa, de 2″ (50mm) a 24″ (600mm):
– Térmica (Transferência ou Direito)
– Laser
– Jato de tinta
– Matricial (Dot Matrix)
– Silk-Screen (Serigrafia)
– Flexografia Faixa Estreita (Borracha ou Fotopolímero)

6 – Benefícios do sistema: 

– Marcação única do produto, desde a fonte única de produção até o consumidor final, que pode saber exatamente o que está comprando e a que preço, evitando adulterações;
– Informações estatísticas em geral;
– Mínimo de erros na informação;
– Velocidade e eficiência na recepção, venda e cobrança sobretudo nos caixas dos supermercados;
– Elimina a necessidade de remarcação de preços, sobretudo em países com alta inflação;
– Informação, em tempo real, sobre estoque, venda e reposição;
– Adaptável à maioria dos sistemas de embalagem, impressão e materiais para embalagem atualmente existentes;
– Facilmente adaptável e compatível com muitos dos diferentes sistemas e marcas de computadores disponíveis em cada país.

7 – Como obter um código EAN: 

A EAN indica uma organização membro em cada país, a qual é responsável pela atribuição e controle da codificação de barras na área. Os fabricantes devem se filiar à agência EAN local para obter seus números de identificação.

No Brasil:

GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação
Rua Dr. Renato Paes de Barros, 1.017 – 14º andar
04530-001 – São Paulo – SP
São Paulo: 3068 6229
Demais localidades: 0800 11 0789

Site:
 www.gs1br.org

7 minutos matinais que vão mudar sua vida no trabalho

SEGUIR ALGUNS SIMPLES PASSOS PODEM AUMENTAR SUA CRIATIVIDADE, ORGANIZAR AS IDEIAS E MELHORAR A PRODUTIVIDADE

produtividade; café; empresa; caderno; hábito; rotina; manhã (Foto: Thinkstock)

Você é do tipo que chega ao trabalho, liga o computador, busca um café, lê os e-mails, pega outro café e só então começa a resolver todos os problemas? Ou do tipo que já sai de casa respondendo e-mails e ligando para todo mundo? Em qualquer um dos casos, parar sua manhã por sete minutos pode transformar completamente o dia. Pelo menos, é o que garante o editor John Brandon, do site Inc.

Com uma espécie de fórmula mágica da produtividade, Brandon levantou uma lista de coisas para serem feitas assim que você chegar ao trabalho e que duram apenas sete minutos. Em troca, você terá um dia mais criativo, produtivo e prazeroso.

Para colher os benefícios, é fundamental que esta pequena rotina seja seguida logo que você pisar no trabalho, ainda na parte da manhã. Além de paz e tranquilidade, você vai precisar de um papel, uma caneta ou lápis e um relógio para não se atrapalhar com o tempo. Pode ser que você tenha que chegar mais cedo, mas, de novo, são apenas sete minutos. Preparado? Vamos lá:

Minuto 1: limpe sua mente
Isso pode doer, mas você vai realmente precisar se afastar do smartphone e do computador. Mas não basta desligá-los, você precisa desligar também a cabeça. Concentre-se!

Minuto 2: respire fundo
De novo e de novo. Apesar de ser a coisa mais básica que fazemos, dificilmente prestamos atenção em nossa respiração. O fato de separar um minuto para respirar fundo vai ajudar a manter a calma.  Há quem diga que uma boa respirada ainda é a melhor maneira de combater o estresse.

Minutos 3 até 6: escreva notas e rascunhos
Não estamos falando de manter um diário, mas de tentar extrair as ideias que estão vagando pela sua cabeça e tentar concretizá-las no papel. Escreva os primeiros pensamentos que passam por você ao chegar ao trabalho. É uma boa maneira de descobrir o que é prioritário ou o que está te fazendo perder o sono à toa.

Minuto 7: reflita
Depois de escrever algumas notas, procure separar o último minuto para olhar seus rabiscos e efetivamente refletir um pouco sobre eles. Pense sobre o que você escreveu e tente descobrir por que essas coisas foram as primeiras a saírem da sua cabeça. Depois disso, escolha aleatoriamente uma delas para resolver em primeiro lugar. Se você anotou algo como “resolver um conflito”, use suas energias para executar essa tarefa.

Pronto! A tendência é que com o tempo você enxergue com mais clareza as ações a tomar para melhorar a vida no trabalho.

Fonte: Época Negócios

MA: SEFAZ identifica diferença de 103 milhões no faturamento em vendas com cartão e cobra 17,1 milhões de ICMS devido

As primeiras 553 empresas intimadas acumulam uma diferença de ICMS a recolher no montante de R$ 12,1 milhões.

A Secretaria da Fazenda está intimando as primeiras 553, de um total de 785 empresas do atacado e do varejo, que apresentam débitos de ICMS no valor de R$ 17,1 milhões de ICMS (imposto sobre a circulação de mercadorias e serviços), em decorrência de faturamento não declarado na venda de mercadorias com cartão de crédito e débito.

A intimação está fundamentada na identificação de uma diferença de  153 milhões entre o faturamento declarado para a SEFAZ pelas empresas, e o faturamento apurado nas vendas de mercadorias com cartão de crédito e/ou débito, informado para a fazenda estadual pelas administradoras de cartão no período de 2011 a 2014.

As primeiras 553 empresas intimadas acumulam uma diferença de ICMS a recolher no montante de R$ 12,1 milhões.  As intimações serão  enviadas às empresas por meio do Domicílio Tributário Eletrônico no ambiente de autoatendimento SEFAZNET.

Todas as 785 empresas que apresentaram diferenças entre o faturamento declarado e o faturamento informado pelas administradoras de cartão, serão  intimadas pela SEFAZ para se regularizaram espontaneamente no prazo de vinte dias, a contar do recebimento da intimação, esclareceu o gestor de planejamento fiscal da SEFAZ Jorge Castro.

Passados os vinte dias do recebimento da intimação sem que a empresa se regularize, configura-se formalmente o termo de início da fiscalização que será concluída com auto de infração eletrônico, no qual será lançado de ofício o ICMS devido com acréscimo de multa e juros.

Segundo o Secretário Marcellus Ribeiro, as empresas intimadas foram identificadas cometendo uma infração fiscal por incompatibilidade entre o faturamento informado na declaração mensal do ICMS (DIEF) e as informações prestadas pelas operadoras de cartão de crédito, que possuem convênio com a SEFAZ para informar o montante das vendas com cartão.

Para Marcellus Ribeiro Alves, com o auto de infração eletrônico, a SEFAZ ingressa em nova fase, na qual as etapas da fiscalização (identificação da infração e auto de infração) serão realizadas de forma massiva, automatizada, alcançando, assim, um número exponencialmente maior de contribuintes, que recebem o auto de infração em arquivo digital.

Os primeiros autos eletrônicos serão estes, emitidos para as empresas que foram identificadas ocultando o seu faturamento, a partir do cruzamento eletrônico das declarações enviadas pelos estabelecimentos para a SEFAZ, com os dados fornecidos ao Fisco pelas administradoras de cartão.

Fonte: Sefaz MA / Mauro Negruni

A boa gestão de pessoas e o sucesso do negócio

Os colaboradores são responsáveis pela produção e pelo atendimento ao público e, por isso, devem ser bem treinados e capacitados.

É imprescindível escolher bem os funcionários e treiná-los adequadamente. Por exemplo: um bom atendente deve gostar de trabalhar com público. Já na produção são necessárias pessoas habilidosas que tenham facilidade em lidar com rotinas e repetições.

Também é uma boa prática esclarecer qual é a missão e o objetivo da empresa para a equipe e definir num bom organograma as funções complementares de cada colaborador, com vinculação hierárquica condizente com cada perfil. Isso é fundamental  para a correta distribuição de tarefas e supervisão.

Nesse momento inclui-se a criação de um regulamento interno, uma cartilha com posturas sugeridas e regras de convivência – maneiras de informar os objetivos da empresa, os direitos e deveres de cada funcionário para, a partir daí, poder monitorá-los e coordená-los.

A tendência na área de gestão de pessoas é a evolução com relação à contratação, treinamento e manutenção de funcionários motivados. A redução do turnover (demissões que geram novas admissões) é uma meta a ser alcançada para a redução de custos com pessoal.

O desafio é fazer com que a equipe de funcionários se sinta dona do negócio e trazer para a empresa maior lucratividade. Os empresários deverão envolver todos que trabalham na empresa em todas as etapas de planejamento, incluindo a elaboração da missão, da visão e do estabelecimento das metas. Além disso, deverão oferecer incentivos financeiros e capacitação aos colaboradores.

Atendimento ao cliente

O atendimento deve receber atenção especial para garantir o sucesso com os clientes. Um sorriso e um bom cumprimento, além da boa aparência e da higiene, são questões mínimas, mas essenciais. A cordialidade, a atenção e a preocupação com o cliente criam um ambiente harmonioso que vai despertar nele a vontade de retornar sempre.

O colaborador deve estar sempre atualizado sobre os produtos que a empresa oferece e a utilização adequada desses, para poder informar corretamente ao cliente e tirar as dúvidas que surgirem. Essa ação aumenta a confiança que o consumidor tem sobre os produtos e o estabelecimento e, consequentemente o sucesso do negócio.

Fonte: Sebrae Nacional